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Mirabilandia “briga” para ficar no Centro de Convenções

24 MAR 2017
24 de Março de 2017
Grupo sergipano quer prorrogar sua permanência na área atual. Para isso, Empetur deve reajustar o aluguel

Prestes a ter seu contrato de funcionamento encerrado no fim deste mês, o Mirabilandia Park vive impasse para continuar em área que pertence ao Governo do Estado. É que, em função dos atrasos nas licenças ambientais, o Grupo Peixoto - que administra o empreendimento - pede prorrogação do contrato por, pelo menos, mais dois anos sob a justificativa de não ter tido tempo hábil de transferir os equipamentos para a Mata do Ronca, às margens da BR-101, em Paulista. 

O problema é que, para continuar no local, a Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) informa que o grupo sergipano terá que respeitar as regras previstas em laudo solicitado à Secretaria de Administração do Estado, sobre o valor do aluguel da área, que pularia de algo próximo a R$ 25 mil para R$ 97 mil por mês.

De acordo com o presidente da Empetur, Adailton Feitosa, a negociação sobre a saída do Mirabilandia da área do Cecon se arrasta há quase cinco anos e nada mais justo que o aluguel do empreendimento seja atualizado com base na valorização do mercado. “Na última audiência levamos e apresentamos a proposta de valor mínimo (R$ 97 mil ao mês). A posição, apresentada em ata, é que eles não terão condições de arcar com os novos valores”, contou Feitosa, frisando estar sensível com a situação do parque de diversões. Se, alerta, até o final do contrato eles não se posicionarem, as medidas jurídicas cabíveis serão tomadas.

Temendo o fechamento dos 200 postos de trabalho, a presidente do Sindicato dos Empregados de Casa de Diversões (Sindiversões), Débora dos Santos disse que, no mo­mento, não há consenso e nem bom senso. “O empregado não po­de ficar no meio disso”, frisou. Quan­do estiver pronto, no primeiro semestre de 2019, o Parque deverá gerar 500 empregos, com investimento de R$ 50 milhões. A Assessoria de Imprensa do Mirabilan­dia confirmou o pedido de prorrogação do prazo, mas “a direção prefere não se posicionar até negociar com o Governo”.

FONTE: FOLHA DE PERNAMBUCO
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